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Rede Global de Direitos Civis
Cidadãos comuns de todos os países podem ser membros.
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Globo, a gente desliga vocês.

 

Como uma rede de televisão pretende governar o Brasil, fazer a cabeça da população e interferir nas estruturas da nossa sociedade para destruir a sua família e jogar os seus filhos contra vocês.

AVISO LEGAL

O uso desta marca se destina a descrever exatamente um aspecto determinado dos seus produtos ou serviços, bem como, para identificar seu titular para a opinião pública. Os direitos de uso da marca não são absolutos e sua propriedade tem uma evidente função social.

 

DEMOCRACIA?

 

Já disse o poeta que moramos num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza.

É a pura verdade, mas o Brasil sofre de um estigma que precisa ser domesticado na vida da nossa sociedade. Seu nome é Globo. Um açambarcamento multimídia de comunicação que detém um poder desproporcional e inimaginável em qualquer país civilizado do mundo que influencia muito negativamente a educação dos seus filhos, interfere nas famílias e pode desequilibrar até mesmo o poder político da nossa República.

Quinze dias de campanha difamatória do Jornal Nacional, Globo Repórter e Fantástico são suficientes para derrubar um representante do povo legitimamente eleito pelas urnas, com base em suspeitas não comprovadas de origem duvidosa, sem direito de defesa e sem devido processo legal.

Para que você compreenda o que queremos dizer aqui, vamos começar explicando que o Brasil não é uma democracia. Na verdade, não temos democracia no Brasil, o que temos é o direito ao voto e a uma liberdade muito relativa. Temos um projeto de democracia em construção. Um país que somente agora está atingindo a maioridade, depois de um período cinzento de Regime Militar. Essa ferida, que ainda não cicatrizou completamente, de vez em quando é cutucada com vara curta por irresponsáveis que ainda pensam em fazer uma revolução comunista no Brasil. São como fantasmas de ideologias falidas que não têm mais espaço no mundo de hoje e que ainda não encontraram a luz.

E por que não temos uma democracia? Porque as nossas instituições ainda não são democráticas. Os poderes do Estado são personagens da representação de uma democracia fictícia que mantêm a cidadania contida por instituições demagógicas, falsas, fisiológicas, corruptas, caras, ineficientes e que visam os seus próprios interesses corporativistas em lugar do interesse público. Ao contrário, o cidadão não é protegido pelo Estado contra a violência privada e não tem meios de se proteger contra a violência do Estado. Então, na prática ainda não temos uma democracia.

Executivo, Legislativo e Judiciário, salvo raras e honrosas exceções, governam para seus próprios interesses e advogam os interesses dos grupos que os levam e que os sustentam no poder. Para exercerem essa dominação, fazem o loteamento das empresas e das repartições públicas abusando estupidamente dos cargos de confiança, fazendo um verdadeiro aparelhamento do Estado por grupos de seu interesse, conforme as cores políticas de um populista de ocasião, privilegiando seus patrocinadores em negociatas ilegais.

Desse modo, esse Estado que deveria ser o agente do progresso e do desenvolvimento social e econômico é usado para expandir o poder de siglas partidárias com vistas aos projetos de seus grupos dominantes de se manterem indefinidamente no poder.

É assim que funcionam as coisas no Executivo e no Legislativo. O Judiciário usa o mesmo modelo. É usado pelos políticos para favorecer os grupos que colocaram os juízes no poder, e os juízes usam os juízes em efeito cascata para que os grupos nos Tribunais controlem os juízes que lhes são diretamente subordinados. Ai do juiz que resistir às ordens de seus superiores, porque, sem qualquer garantia de independência, não terão progresso na carreira, serão chamados de loucos e preteridos em promoções e oportunidades de crescimento profissional.

Não entendemos por que os magistrados de primeiro grau ainda não se organizaram para controlar a influência dos tribunais no interesse da própria sociedade. Pensamos que isso se deve ao sistema de castas no qual os juízes estão organizados num tipo de aristocracia de juízes. Essa é uma estrutura feudal que ainda vem sendo copiada do modelo primordial da Corte da Coroa Portuguesa e muitos dos juízes que temos hoje nos tribunais não são juízes concursados, são juízes que ainda foram nomeados para cargos que muitos tratam como suas respectivas sinecuras. Muitos destes conservam a mentalidade de que seus ofícios judiciais lhes pertencem e de que a sociedade assistirá às suas arbitrariedades impunemente. Alguns concursos, depois que passaram a ser exigidos, eram controlados sem qualquer transparência pelos tribunais para escolher peixinhos, filhotes retardados da burocracia que muitas vezes ingressam e são aprovados nas faculdades de direito particulares a pedido do pai, do tio ou do avô, escolas que, em sua grande maioria, estão desmoralizadas.

A Ordem dos Advogados do Brasil que hoje reclama da qualidade dos cursos jurídicos, opina para sua criação e durante décadas conferiu carteirinhas de advogados para um sem número de bacharéis mal formados e sem a mínima condição de exercerem a profissão. Ainda hoje temos uma quantidade imensa de advogados habilitados que não têm condições de fazer uma petição das mais simples, não compreendem os textos legais e não entendem os sistemas dos nossos códigos. Muitos desses não são mais do que office-boys de luxo que só sabem balançar a cabeça para dizer sim.

Isso causa um impacto direto na sociedade para que o cidadão não tenha a garantia dos seus direitos que são lindos no papel, mas da teoria à prática a história é outra, pois são maltratados e desrespeitados quando procuram os serviços públicos mais elementares, pela polícia, na saúde ou na justiça e não têm acesso à educação. Quando reclamam seus direitos, sabem que podem esperar dez anos ou mais para, se ganharem, não levarem, porque a execução é outra novela e o Estado caloteiro não paga a ninguém. Os idosos só têm a certeza de que vão morrer e não vão receber qualquer indenização.

Enquanto isso, as nossas crianças ficam abandonadas pelas ruas e o Governo Federal distribui o nosso dinheiro para estrangeiros e entrega propriedades dos brasileiros para fazer graça para outros governos que comunguem da mesma ideologia do partido do presidente. Em vez de mandarem dinheiro para Grécia, Nigéria, Gabão, Quênia, Honduras, Palestina, Chile, Cuba, Venezuela, Haiti, FMI etc. ou entregarem propriedade da Petrobrás para a Bolívia, deveriam usar esse dinheiro para tirar as nossas crianças das ruas e dar-lhes lares sociais e escolas modelo. Mas essa não é a prioridade do atual Governo do Lula, da Dilma e do PT. Seus principais projetos são a família homossexual, arruinar o casamento, fazer abortos e apoiar invasores de terras alheias e ditadores estrangeiros.

 

QUARTO PODER

 

Em meio a tudo isso, a imprensa é chamada de um quarto poder que exige toda a liberdade sem maiores responsabilidades, mas, dentre esses veículos de comunicação, a televisão é o meio que atinge diretamente uma gigantesca população ignorante e, por isso mesmo, indefesa contra a sua manipulação. Destes, a Rede Globo de Televisão é o maior desafio da sociedade brasileira.

Com o apoio dos serviços de classificação indicativa do Ministério da Justiça, a Rede Globo está associada ao Governo do PT para impingir o homossexualismo à família brasileira com o pretexto de sua liberdade de expressão. Mas a Rede Globo não tem essa liberdade, porque produtos comerciais e pessoas jurídicas ou corporações não gozam de direitos da personalidade, somente garantidos às pessoas naturais. Empresas não têm garantias fundamentais, apenas os cidadãos têm essas garantias e as pessoas jurídicas têm existência distinta de seus membros. Os direitos e garantias fundamentais das pessoas não podem ser opostos aos cidadãos em benefício de pessoas fictícias de papel, o que cabe ao Judiciário equilibrar dentro de padrões razoáveis.

Vale dizer que você tem o direito de escrever um livro ou fazer um filme, uma peça de teatro, um blog ou um site na Internet e dizer tudo que pensa sem recear ser incomodado, desde que não cometa excessos que possam atingir a imagem e a honra de terceiros. Mas uma empresa não tem esse direito. Empresas não têm honra. O que elas têm é a imagem publica de sua marca comercial corporativa ou das marcas de seus produtos, e mesmo assim isso é relativo e subjetivo, porque uma empresa totalmente desconhecida não tem nenhum recall.

Empresas não sofrem calúnia, injúria ou difamação, porque não são alguém, porque não têm honra. Empresas não sofrem danos morais, porque não têm moral. Porque uma empresa não é gente, não sofre dores da alma, abalo psíquico ou dano psicológico. As empresas só podem sofrer prejuízos materiais, abalo de crédito, perdas e danos, lucros cessantes, desde que sejam materialmente comprovados. Evidente que é impossível que sofram quaisquer danos de índole subjetiva, porque uma pessoa jurídica é a expressão de um contrato, um pedaço de papel. Seria o mesmo que assegurar indenização por danos morais a uma máquina ou uma rocha.

No caso da TV Globo, quando eles fazem uma novela para vender a sua propaganda homossexual, insuflar as mulheres a traírem os seus maridos ou uma campanha para dizer aos filhos que os pais não podem educá-los, estão produzindo comunicação que não tem finalidade artística ou cultural. Estão intencionalmente doutrinando e influenciando comportamentos em larga escala e atingindo menores com sua manipulação, seja ela subliminar ou ostensiva. Podemos citar o programa Malhação da Rede Globo como um péssimo exemplo de material de comunicação para crianças e adolescentes que incentiva a promiscuidade, o homossexualismo e a vida sexual precoce para pessoas em formação que ainda não têm responsabilidade para arcar com as conseqüências dessas ações.

Por outro lado, ao pasteurizar essa incitação à sexualidade banalizada para os menores no atacado, a Rede Globo desrespeita as diferenças entre os indivíduos e o tempo particular de amadurecimento de cada criança e adolescente, a fim de que adquira maturidade para fazer suas próprias escolhas conscientemente. Esses menores vão na onda do grupo, influenciados pela comunicação ideológica ou comercial e isso na prática constitui um constrangimento aos filhos e aos pais, porque interfere ilegalmente na educação familiar.

E, por favor, não venham os secretários da Globo e os comunistas do PT defender a emissora dizendo que cabe aos pais decidir o conteúdo que seus filhos podem assistir na TV, porque vivemos num país onde a metade da população é pobre, ignorante e não tem acesso à educação. Temos uma gigantesca população que é usada como massa de manobra pela Rede Globo de Televisão para impor sua campanha ideológica anti-família patrocinada pelo Estado e por organizações internacionais que não é do interesse das nossas famílias. Não queremos e não permitiremos que vocês continuem ensinando homossexualismo e aborto para os nossos filhos na TV ou na escola.

É um golpe de estado contra a Constituição e contra as famílias brasileiras.

A lógica da Globo, do PT e dos seus associados estrangeiros é manipular a população e influenciar o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal para que aprovem o casamento gay disfarçado de união estável, as adoções para homossexuais, “orientação sexual” em projetos de lei anti-preconceito e a descriminalização do aborto. O Superior Tribunal de Justiça já está comprometido, empurrado pelo IBDFAM (Instituto Brasileiro do Direito de Família), uma ONG subversiva cujo objetivo é destruir a instituição familiar e transformar a família em homossexual. Por trás de tudo isso estão o Governo Federal e o PT, através de seus prepostos, o Presidente da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, a Secretária Especial de Políticas para Mulheres, o Secretário Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, o Ministro da Educação, o Ministro da Justiça, o Ministro da Saúde e o Ministro da Comunicação Social.

Um bom exemplo do efeito pernicioso dessas campanhas é a proliferação desenfreada de publicidade de bebidas na TV que incita os adolescentes ao consumo de bebidas alcoólicas. É sabido entre os estudiosos que o vício de beber, quando adquirido durante a adolescência, é muito mais difícil de ser tratado, torna-se quase incurável e produz futuros alcoólatras.

A publicidade de bebidas alcoólicas já deveria ter sido proibida na TV, a exemplo que se fez com os cigarros, mas aí vem a ABAP (Associação Brasileira das Agências de Publicidade) e faz uma campanha falsa dizendo que está defendendo a liberdade de expressão, que a publicidade é um baluarte da democracia e aquela baboseira toda. Vão dizer isso para os pais dos jovens alcoólatras e para os especialistas de saúde pública. Quem foi que disse para eles que existe liberdade de expressão para incitar menores a beber e fazer apologia do álcool para crianças e adolescentes? O Brasil está vivendo uma epidemia de alcoolismo entre os jovens, vítimas de uma overdose de comerciais de bebidas.

A campanha da ABAP é falsa e enganosa porque o texto diz que “como se a publicidade fosse culpada (...) pelos criminosos que vendem bebidas a menores (...) Não. A publicidade não faz isso”.


Ocorre que a função da publicidade é exatamente essa, eles estão enganando vocês quando dizem: “Querem proibir a publicidade de cervejas no Brasil.”

Ninguém quer proibir a publicidade de cervejas no Brasil, quer se proibir que eles vendam aos menores. E a publicidade vende bebidas para menores. Ela vende qualquer coisa. A função da publicidade é vender um produto, ela se inclui entre áreas auxiliares de vendas na organização administrativa das empresas - agência de publicidade agindo de acordo com marketing de vendas. Quando um comercial é veiculado, já se sabe para que público está dirigindo ou pode atingir. As crianças estão vendo esses comerciais e achando tudo isso muito divertido. Propaganda é o vídeo da ABAP, publicidade é quando eles dizem que “desce redondo”.

Veja este comercial sob a ótica de uma criança. A Coca-Cola também faz a mesma coisa:

A culpa disso é do Governo Federal, da indústria e da TV que estão ganhando dinheiro e ensinando os menores a beber com sua liberdade de expressão juridicamente inexistente, por um imperativo de saúde pública. E a ABAP quer o quê? Ela quer que você e seus filhos se danem. Ela quer que as suas afiliadas continuem a ganhar dinheiro, vendendo publicidade para as indústrias de bebidas. Eles não estão interessados em democracia e nem nos direitos das pessoas, apenas em ganhar fortunas com a produção e veiculação de comerciais de bebidas. Alguém pode tirar do ar esses fabricantes de bebidas alcoólicas e desassociar a sua imagem de eventos culturais e esportivos? Por favor?

Outro problema muito grave é a tal da Xuxa. Essa mulher é um problema porque se vale da Justiça, lembrando o que dizíamos acima, para proibir a exibição e a circulação de material pornográfico e de pedofilia que essa dona protagonizou no início da sua carreira. Ela quer apagar o seu passado à custa do direito à informação da sociedade para ser considerada a rainha dos baixinhos, mas a sua vida não é exemplo para os filhos de ninguém.

Neste sentido, Xuxa é uma mentira bem contada, comercialmente produzida. Tente assistir ao filme “Amor estranho amor” e tire as suas próprias conclusões.


Website da Campanha "Não bata. Eduque."

O filme foi produzido e exibido comercialmente ao público. A sociedade tem direito adquirido de assisti-lo e Xuxa recebeu pela sua participação. O DVD pirata está por toda parte e é comprado ilegalmente com qualquer camelô das nossas grandes cidades. Quem assistiu ao filme já viu por que ela é chamada de a “rainha dos baixinhos”. Agora, essa mulher vem à TV para dizer às nossas crianças como os Senhores pais devem educá-las.

Xuxa, vá cuidar da sua filha e pare de se intrometer com os nossos, porque sabemos educá-los sem que ninguém tenha que interferir nas nossas famílias.

Mas não é só isso. Tem também a questão do Criança Esperança.

Está circulando na Internet um e-mail com uma denúncia muito grave. Diz que a campanha Criança Esperança promovida pela Rede Globo seria supostamente um tipo de fraude fiscal na qual as doações da campanha não estariam sendo depositadas diretamente na conta bancária da UNICEF, mas sim em outra conta bancária de propriedade da Rede Globo. Se isso for realmente verdade, pode constituir em tese suposta prática do crime de estelionato ou contra a ordem tributária.

O e-mail desafia a Rede Globo a divulgar qual é a conta bancária destinatária das doações do “Criança Esperança” e explica que essas doações seriam recebidas pela própria Globo, razão pela qual não dariam direito a dedução no Imposto de Renda para as pessoas que fazem as doações durante a campanha.

MACHADO, Roméro - Afundação Roberto Marinho

A arrecadação de cerca de R$ 20 milhões seria então repassada pela Globo para a UNICEF, mas no mês de abril do ano seguinte constaria da declaração de renda da Globo para fins de dedução do imposto devido, como se fosse a Globo que tivesse feito a doação.

No website do projeto Criança Esperança mantido na Globo.com existia uma declaração atribuída supostamente à UNESCO que fazia "Esclarecimentos sobre a campanha Criança Esperança", porém não continha a data, não tinha o nome e nem a assinatura do representante da UNESCO responsável pelo comunicado. Tampouco informava o número da conta destinatária dos depósitos, o banco e a agência. Assim, a nota que deveria esclarecer, não esclareceu nada e apenas faz aumentar as suspeitas sobre todo esse imbróglio: http://criancaesperanca.globo.com/CEsperanca/
0,6993,LCE0-6115-240103,00.html
.

Finalmente, essa nota foi removida do link original e agora consta outra informação no site da Campanha Criança Esperança. Preste atenção ao que é dito ali: "Quando você faz sua doação para o Criança Esperança, seja por telefone ou pela internet, a operadora de telefonia deposita sua contribuição diretamente em uma conta da Unesco, a organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura." Agora, nós perguntamos para você: operadora de telefonia é banco? Veja você mesmo: http://redeglobo.globo.com/criancaesperanca/noticia/2011/06/entenda-como-sua-doacao-chega-quem-precisa.html.

Atualmente consta a seguinte informação no website da UNESCO, mas que também não oferece nenhuma transparência sobre a questão financeira relativa às doações arrecadadas com a campanha: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/special-themes/preventing-youth-violence/crianca-esperanca-programme/.

A Globo é acusada de muitas outras irregularidades. Na obra intitulada “Afundação Roberto Marinho”, o autor, Roméro Machado, discorre sobre um sem número de falcatruas supostamente praticadas pelas Organizações Globo.

 

COMO CONTROLAR A TV GLOBO

 

Como qualquer veículo de comunicação comercial, a TV é financiada pelos investimentos publicitários de seus anunciantes. Esses investimentos são as verbas aplicadas pelos diversos anunciantes na veiculação das mensagens comerciais de seus produtos ou serviços. Os vários níveis de Governo também são grandes anunciantes, muitas vezes privilegiando certos veículos de comunicação para que o jornalismo desses veículos não explore profundamente os problemas de determinadas administrações municipais, estaduais ou federais. É um tipo de parceria política feita com o dinheiro do cidadão, geralmente em verbas astronômicas e desproporcionais para veicular propaganda política no lugar de campanhas de utilidade pública em detrimento de outras informações importantes para a sociedade.

No Brasil ainda não existe um mecanismo adequado de controle do conteúdo exibido pelas emissoras de televisão aberta que são aquelas que entram sem pedir licença nas casas da imensa maioria dos cidadãos. Um dos discursos mais utilizados pelos defensores da comunicação praticada pela TV Globo é de que a sociedade estaria aceitando o conteúdo que ela veicula, mas essa afirmação não é verdadeira. A emissora está perdendo audiência em termos absolutos ano após ano, porque as pessoas não têm a quem reclamar, mas podem simplesmente mudar de canal para assistir a programação de outra rede.

Nos Estados Unidos, por exemplo, existem vários comitês de pais criados para fiscalizar a programação das emissoras de televisão.

Em janeiro de 2009, a Rede Globo exibiu na íntegra das cenas mais agressivas o ícone sodomita “O Segredo de Brokeback Mountain”, no sábado seguinte ao Ano Novo. Esse filme também foi exibido na Itália, mas as cenas mais chocantes foram cortadas na TV daquele país.

Carta Capital, outubro 2007

Afinal, o que espera a Rede Globo ao mostrar um homem penetrando outro numa TV aberta para as famílias de todo o Brasil assistirem? E o que espera o Ministério da Justiça ao classificar essa exibição sem cortes para o horário nobre da TV aberta? Será que eles estão pensando que a sociedade está aceitando isso? Você está aceitando isso?

Prezado Lula, nós não estamos aceitando isso. Você está praticando um desserviço à família do Brasil e rasgando a nossa Constituição. O Brasil não quer nenhuma lei de homossexuais por aqui. Não queremos que você desperdice o nosso suado dinheiro público para financiar ONGs gays. Pegue esse dinheiro e utilize nas APAES que vocês desprezaram, para a AACD ou para as entidades que cuidam das crianças órfãs ou abandonadas. Direitos homossexuais não existem, porque as pessoas ou são homens ou são mulheres e a ninguém interessa o que fazem na cama. Quem estiver incomodado que vá para a Europa e que os homossexuais de lá não venham se intrometer aqui, porque eles lá já estão todos falidos.

A TV não pertence à Rede Globo. Ela explora uma concessão pública que é concedida e renovada por ato do Poder Executivo, mas que depende da aprovação de dois quintos do Congresso Nacional. No entanto, usa esse bem público, o sinal de televisão, para agredir a nossa sociedade, fazer politicagem e a apologia anti-família do homossexualismo.

Os políticos têm medo da televisão, porque não sabem exercer o controle legal que eles possuem sobre os meios de comunicação. Pois se dois quintos do Congresso Nacional decidir, eles tiram a Rede Globo do ar. Legalmente. Constitucionalmente. E se o Supremo for interferir na independência do Legislativo, então teremos que substituí-lo. Sem crise. Porque estará decidindo contra a Constituição e isso, Senhores Ministros, a nossa sociedade não vai permitir, porque não vamos trocar uma ditadura por outra.

Quem manda no Brasil é a família. Não é o Governo, não é o Estado e não é a Rede Globo. Conquistamos esse direito depois de 20 anos de ditadura e não vamos abrir mão dele para nenhum comunista homossexual.

Basta dessa porcaria que a Globo está exibindo para influenciar a nossa população.

E como vamos acabar com isso?

É simples, vamos apertar a Rede Globo onde dói mais que é no bolso.

O artigo 221 da Constituição Federal diz claramente que:

 

Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:

I - preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;

II - promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;

III - regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;

IV - respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.

 

“Respeito aos valores éticos e sociais DA PESSOA E DA FAMÍLIA.”

 

Então, temos um Governo Federal que não respeita a Constituição brasileira e uma rede de televisão que está pensando que vai submeter o país inteiro às sacanagens que ela quiser veicular na sua programação para corromper os nossos filhos.

Sugerimos que comecem recolhendo os instrumentos cirúrgicos para prática de aborto que o Ministério da Saúde já teria distribuído para o SUS. Em seguida, suspendam incontinenti os programas “Brasil sem Homofobia” e “Gênero e Diversidade na Escola” e os materiais didáticos de propaganda homossexual e sexualização das crianças rotulada de educação. Aqui ninguém quer saber desse negócio. Vamos acabar com isso. Essa é a nossa política. Ninguém foi eleito no Brasil para agredir as nossas famílias e nós não temos nenhum gênero. Aqui ou você é homem, ou é mulher. Não queremos e não permitiremos que o Estado se intrometa na educação familiar dos nossos filhos. Gênero é a palavra em inglês para "sexo masculino ou feminino": "gender male or female". Isso não tem nada a ver com o Brasil.

 

BOICOTE ÀS ORGANIZAÇÕES GLOBO

 

Leonel Brizola

Leonel de Moura Brizola é o nome de um herói esquerdista da luta pela "democracia" brasileira. Esse homem tentou resistir à Intervenção Militar de 1964, criou a "Cadeia da Legalidade" supostamente para defender a Constituição, foi prefeito de Porto Alegre, deputado estadual e governador do Rio Grande do Sul, deputado federal pelo Rio Grande do Sul e pelo extinto Estado da Guanabara, e duas vezes governador do Rio de Janeiro. Por duas vezes foi candidato a presidente do Brasil pelo PDT, partido que fundou em 1980, não conseguindo se eleger. Morreu aos 82 anos de idade, vitimado por problemas cardíacos.

Brizola era o grande defensor de uma ampla política de educação de qualidade para o Brasil e implantou no Rio de Janeiro a escola em tempo integral, os CIEPS - Centros Integrados de Educação Pública.

Ele dizia que, no dia em que fosse eleito Presidente do Brasil, o seu primeiro ato seria fechar a Rede Globo.

Suas críticas consistiam basicamente na aferição de que o conteúdo exibido pela Rede Globo é gravemente prejudicial para os menores e Brizola costumava contabilizar o número de homicídios que a Globo apresentava na sua programação para todas as nossas famílias verem, numa crítica muito apropriada da cultura de violência propagada por essa rede de televisão que prejudica a formação de crianças e adolescentes. Se estivesse vivo hoje, Brizola certamente não pouparia suas críticas ao jornalismo sensacionalista e tendencioso dessa emissora que tem a profundidade de um pires pela sua clara opção editorial pela não notícia, para não informar nada a ninguém.

Brizola até hoje tem razão. Primeiro, a Rede Globo é uma filial de Hollywood que só exibe filmes americanos, salvo um ou outro nacional, geralmente feitos pela própria Globo Filmes, já que agora o cinema brasileiro começa a renascer, entretanto, a grande maioria dos filmes exibidos são muito violentos. Não vemos um filme europeu na Rede Globo. Até parece que eles fecharam um contrato de exclusividade com os americanos. Atualmente, além do conteúdo de violência, a Globo vem fazendo inserções de filmes homossexuais dirigidos para adolescentes.

Mas vocês não precisam ser presidente nem socialista para fechar a Rede Globo, porque o mercado se auto-regula e a economia tem solução para quase todos os problemas da sociedade.

A distorção que existe no nosso sistema está na falta de Justiça, porque apesar de você exercer o seu direito legalmente, alguém pode recorrer a um juiz muy amigo para obter uma liminar e suprimir o seu bom direito para obrigar você a discutir o que não tem absolutamente nada para ser discutido.

Aqui isso não funciona, porque não aceitamos ordens de censura através de liminares concedidas sem oportunidade de defesa e recomendamos que nenhum cidadão brasileiro ou veículo de comunicação do Brasil obedeça a essas ordens porque são ilegais, principalmente aquelas que se constituem censura prévia.

Essa garantia é prevista pela nossa Constituição:

 

Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa
SENÃO EM VIRTUDE DE LEI.

 

Então, vamos mostrar à Rede Globo quem é que manda neste país.

Nós entendemos que a relação entre os telespectadores e a Rede Globo é uma relação de consumo reflexa, não contemplada pelo Código de Defesa do Consumidor, porque a programação da TV Globo é financiada com os recursos provenientes da venda de publicidade, cujo custo está embutido nos produtos que você consome ou nos serviços que você adquire. Significa dizer que é o consumidor final quem paga pela publicidade veiculada na TV, que por sua vez é o que financia a programação exibida pela TV. Assim, se você está pagando, ainda que indiretamente, você tem o direito de exigir. Além disso, a concessão da TV é um bem público que, logo, pertence ao conjunto dos cidadãos brasileiros. Você está pagando para a Globo ganhar dinheiro explorando um bem público.

Se você é consumidor de qualquer dos produtos ou serviços que levam as marcas das Organizações Globo, simplesmente descontinue esse consumo e não faça nenhum negócio com qualquer das empresas das Organizações Globo e suas coligadas ou associadas:

• TV Globo Ltda.
• Revistas da Editora Globo como Época
• Internet Globo.com
• DVDS da Globo Video
• filmes comerciais da Globo Filmes
• assinaturas de portais como o G1
• contas de e-mail da Globo.com
• Jornal O Globo
• TV a cabo NET
• TV via satélite GLOBOSAT
• Gravadora SOM LIVRE, e
Clique aqui para ver outras empresas das Organizações Globo
.

Em segundo lugar, vamos discutir com nossas famílias mudar os hábitos de ver TV e substituir a programação da Rede Globo por outras redes, ou por um bom DVD nos horários de programas que os Senhores pais considerem inapropriados para seus filhos ou para a sua família. Na Internet você encontra programação de qualidade do mundo inteiro e filmes dublados em português para baixar sem qualquer custo e assistir no seu DVD.

Lembre-se que cada família que tirar da Rede Globo vai provocar uma queda instantânea nos pontos de audiência da emissora nos horários em que mudar de canal. Isso terá repercussão direta na relação de custo/benefício de veiculação de publicidade, alterando a estratégia de mídia de anunciantes e agências de publicidade.

Significa o seguinte: a Rede Globo tem a tabela de veiculação mais cara do mercado de publicidade no Brasil. O comercial de 30 segundos no horário do Jornal Nacional ou do Fantástico é o comercial mais caro da TV brasileira. Nós acreditamos que os preços praticados pela Rede Globo na sua tabela de comercialização são irreais e não correspondem efetivamente ao custo/benefício da taxa de audiência atingida pela veiculação, ou seja, que a Globo pratica preços mais caros do que seria justo cobrar dos anunciantes em relação à sua audiência. As tabelas de publicidade das demais redes de televisão são bem mais acessíveis. O que faz a Globo se tornar atraente para um anunciante é a expectativa que esse anunciante tem de que o seu comercial será visto por um maior número de pessoas, mas nós acreditamos que esse número não é assim tão grande como a Globo diz, porque faz tempo que os brasileiros estão perdendo o vício de só ver a Globo e estão mudando seus hábitos de assistir a televisão.

Se cada vez mais um número crescente de famílias tirar da sintonia da Globo, basta uma semana para que ela mude a sua programação e tire toda essa propaganda homossexual do ar. Pode apostar.

Mas não é só isso. Nós queremos atingir diretamente os grandes anunciantes.

Vamos todos nós fazer um grande trabalho de reclamar diretamente para os Serviços de Atendimento ao Cliente das empresas anunciantes, através de e-mails ou pelo serviço 0800 dessas empresas, pedindo que tirem a veiculação da sua publicidade e cotas de patrocínio de programas da Rede Globo, de olho nos Jogos Olímpicos de 2016, porque a Rede Globo não respeita o artigo 221, da Constituição Federal, e, nos últimos anos durante os governos Lula e Dilma, está exibindo sistematicamente conteúdo nocivo aos interesses das famílias brasileiras.

A Globo se deu à infâmia de exibir um beijo homossexual no Dia dos Pais, em plena Sessão da Tarde, para ensinar homossexualismo para as suas crianças. Eles querem confrontar todos os pais do Brasil. Vocês vão ver o que a Globo vai ganhar.

No final desta página você encontrará um texto como sugestão de mensagem para ser enviada para o e-mail dos SACs das empresas anunciantes e, em breve, a relação dos principais anunciantes que estão veiculando comerciais nacionais pela TV Globo.

Você também pode nos ajudar, clique aqui e envie-nos as informações sobre as principais empresas anunciantes da sua região ou do seu estado que são aquelas empresas que estão exibindo comerciais na TV Globo na sua cidade. Em poucos dias teremos o controle completo do mapa de veiculação por anunciantes da Globo e faremos um trabalho de contato direto com todos eles para que suspendam a veiculação de seus materiais.

As empresas vão ganhar muito com isso. Primeiro, elas vão fidelizar seus consumidores em larga escala que ficarão eternamente gratos pela sua atenção e pela proteção dessas empresas às famílias desses consumidores. Em segundo lugar, farão uma grande economia com a suspensão da veiculação, associada ao melhor tipo de publicidade que poderiam desejar, que é a repercussão favorável na Internet dos anunciantes que apoiarem a campanha contra a ditadura anti-família da Rede Globo.

Como conseqüência, a Globo vai ter que rever a sua tabela de preços de publicidade e com isso o mercado publicitário e a livre concorrência sairão ganhando, porque é inadmissível que uma única rede detenha sozinha mais da metade do mercado brasileiro de publicidade para televisão e um império de múltiplos meios de comunicação.

A SDE - Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e o CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica já deveriam ter cuidado disso e determinado à Globo que venda parte de suas empresas, porque um grupo de mídia de tais proporções num país com o grau de desenvolvimento humano atual do Brasil é uma ameaça ao Estado de Direito e às instituições democráticas. O Congresso Nacional também já deveria ter instalado uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a situação dessas empresas de comunicação social, especialmente a crescente penetração de veículos controlados por estrangeiros no mercado brasileiro, notadamente na Internet.

Vamos espalhar esta campanha por todo o Brasil com rapidez e acabar de uma vez por todas com a propaganda homossexual que a Globo está fazendo para agredir nossas famílias e influenciar nossos filhos. Você pode reproduzir livremente este material, salve esta página e envie por e-mail para todos os seus contatos.

Temos que ter energia e manter esta campanha até que consigamos atingir uma curva ascendente de divulgação e o objetivo inicial de cortar o faturamento de publicidade da Rede Globo de Televisão em US$ 50 milhões.

Lembre-se de que o que estamos fazendo aqui é uma tentativa de regulação social, não coercitiva e de adesão totalmente voluntária, de iniciativa de pais e mães brasileiras, 100% legal e legítima de moderação dos excessos da comunicação da Rede Globo de Televisão que desde 2003 viola sistematicamente a Constituição Federal do Brasil, constrangendo as famílias brasileiras que são a base da nossa sociedade e da nossa economia, para impor uma cultura gay alienígena que desprezamos.

Ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário, comunicamos que não queremos leis homossexuais de nenhum tipo no Brasil, que a família brasileira não é gay e que não queremos saber de nenhuma história de controle populacional, aborto, adoções para homossexuais, educação sexual para crianças, nem doutrinação marxista-leninista dos estudantes no nosso país.

A Emenda Constitucional do divórcio instantâneo é inconstitucional porque viola o princípio da especial proteção à família, por retirar a possibilidade da reflexão do casal para tentar se reconciliar, o que evidentemente prejudica os filhos. Isso não passa de mais uma medida patrocinada pelo Governo do PT, manobrando o Congresso Nacional para enfraquecer a família e arruinar o casamento que faz parte do mesmo conjunto de medidas do Projeto de Lei das palmadas. Essa conta vai ser paga pelos filhos, eles estão mirando nas crianças para que o Estado tome dos pais o controle da sua educação.

Equipe eyeLegal
Rede Global de Direitos Civis
Cidadãos comuns de todos os países podem ser membros.

 

MODELO DE E-MAIL PARA EMPRESAS ANUNCIANTES:

 

Prezados Senhores,

Dirigimo-nos a V. Sas. para pedir-lhes o seu apoio para uma campanha de iniciativa popular de grande importância para a sociedade brasileira.

Desde 2003, o Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT, através do Ministério da Justiça, esteve associado à Rede Globo de Televisão para impingir às famílias brasileiras conteúdo ofensivo de comunicação social, dirigido principalmente para corromper os nossos filhos, crianças e adolescentes, com uma insistente propaganda homossexual destinada a constranger todas as famílias brasileiras e interferir na educação familiar e na formação da personalidade de nossos filhos. Essa política continua e vem sendo enfatizada pelo atual Governo.

Por esta razão, estamos pedindo gentilmente à sua empresa e a muitos outros anunciantes que confiem o seu apoio às famílias brasileiras de seus consumidores, no sentido de não fazerem contratos novos de publicidade com a Rede Globo de Televisão e demais veículos de comunicação das Organizações Globo, bem como, possam suspender qualquer veiculação que estejam fazendo neste momento, como medida legítima de pressão da sociedade brasileira para que a Rede Globo reveja o conteúdo de sua programação.

Pedimos, ainda, que V. Sas. considerem alternativas de mídia com suas agências de publicidade para as verbas anteriormente destinadas para as empresas Globo, bem como, não adquiram cotas de patrocínio de programas, projetos especiais ou eventos promovidos por essas empresas de comunicação, tais como Campeonato Brasileiro de Futebol, Campeonato Mundial de Fórmula 1 e os Jogos Olímpicos de 2016, entre outros.

Esta campanha já conta com a simpatia de outras empresas anunciantes, cujos responsáveis também são pais e mães de famílias brasileiras que entendem o nosso constrangimento diante da imposição de uma rede de televisão que pretende confrontar todas as famílias do Brasil e ameaça nossos filhos com a deformação do seu caráter, com o apoio do Governo Federal, através do Ministério da Justiça. O atual Governo continua insistindo nas mesmas políticas anti-família e de corrupção de menores em larga escala no Brasil.

Sugerimos que V. Sas. considerem que a adesão da sua empresa a esta campanha de iniciativa popular certamente lhes trará sólidos dividendos de fidelização dos seus consumidores, pelo seu engajamento em sintonia com o desejo de nossas famílias, além de representar uma substancial economia para a sua empresa que poderá reforçar a sua campanha de publicidade em outras mídias ou veículos com maior aproveitamento, usando a mesma verba antes programada para as Organizações Globo.

Senhor empresário, na hipótese de que outros veículos de comunicação saiam em defesa da Rede Globo, veiculem propaganda homossexual ou apologia do aborto, faça o mesmo com eles também. Em defesa da vida, as famílias do Brasil agradecem.

Por favor, encaminhe o link desta mensagem para todas as empresas brasileiras de suas relações.

Para maiores informações, clique aqui:
http://eyelegal.orgfree.com/pages/redeglobo.html.

Agradecemos antecipadamente a atenção com que nos possam distinguir e subscrevemo-nos,

Atenciosamente,





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